Coronavírus e a Camada Limite/Coronavirus and the Boundary Layer*

Será que Posso Reduzir as Chances de Ser Infectado Pelo Coronavírus?

Se Você Acha Que Não, Então Não Leia Esse Artigo!

Olá tenista!

Estamos enfrentando uma verdadeira guerra contra o novo coronavírus em todo o mundo.
Toda a informação que possa reduzir as chances de infecção deve ser disseminada para minimizar os efeitos do mal em questão.

O Ministério da Saúde tem preconizado inúmeras ações para combater a transmissão do vírus, incluindo lavar as mãos, rosto, boca e nariz.

Em artigos anteriores, já comentamos sobre a função da camada limite na bola de tênis e seus efeitos.
Muito bem, como podemos utilizar a camada limite a nosso favor no intuito de evitar a proliferação do vírus ou mesmo sermos infectados por ele.

Como já foi comentado em posts anteriores, o ar atmosférico, como todo fluído, possui viscosidade.
Sim, parece loucura, mas Daniel Bernoulli no inicio do século XVIII já sabia disso publicando seu livro em 1738, denominado Hydrodynamica em latim, que revolucionou o mundo da Fluidodinâmica.

Em todo corpo imerso no ar atmosférico, haverá formação de uma camada viscosa e na região de contato com o citado corpo, teremos uma camada denominada "camada limite".
Essa camada se agregará fortemente à superfície e não se movimentará, ou seja, a velocidade dela será zero, estando o corpo em movimento ou estático.

Vamos agora fazer um comentário sobre os idosos, em especial no continente Europeu cujo clima é temperado.
Todos sabemos que em função das temperaturas mais amenas, ou mesmo baixas no inverno, o número de banhos tomados pelas pessoas é muito menor que num país de clima tropical.

Se nós acrescentarmos a população de idosos, a taxa de banhos por semana, cai drasticamente, e mesmo aqui no Brasil, todos sabem que é uma dificuldade convencer um idoso tomar banho.

E o que tem a ver banhos com o coronavírus?
Tudo e muito mais!

O Ministério da Saúde recomenda lavar as mãos, rosto e nariz regularmente com água e sabão ou mesmo com gel de álcool.
Ocorre que o vírus penetra no nosso corpo através da boca, nariz e olhos e de um modo geral ele é levado aos locais de penetração através de contato físico de nossos membros, no caso braços e mãos.

O coronavírus, como nós, luta desesperadamente para viver, e através da Seleção Natural, vai sofrendo mutação genética para sobreviver.

O vírus, estando no ar ou em qualquer superfície, tentará sobreviver e se reproduzir. Nós seres humanos, fomos premiados para mantê-lo sobrevivendo, e adivinhem aonde ele inicialmente vai se instalar?
Na "camada limite", onde há viscosidade e a velocidade é zero, ou seja, mesmo nós em movimento, não conseguiremos nos livrar do bicho que estará feliz e confortavelmente instalado sem ser importunado.

O Autor, sabedor de um pouco de Física e nada de Medicina,
por precaução, toma de 3 a 4 banhos por dia com sabonete, justamente para retirar essa "camada limite" e renová-la constantemente. Adicionalmente também lava as mãos, rosto e nariz regularmente.
Claro que o ideal seria também trocar as roupas para que se o vírus estiver nelas, não nos infectar novamente.

É preciso deixar claro, que os idosos têm um sistema imunológico fragilizado e a única forma de evitar ser infectado é a prevenção.
Em toda a história da humanidade, conseguimos combater as epidemias através da higiene, fundamental para um bom viver.

Imaginem as consequências em qualquer país da Europa ou outros continentes onde os idosos tomam banho uma ou duas vezes por semana, ou nenhuma!
A quadrilha de coronavírus deve estar muito entusiasmada e já estabelecendo planos e estratégias para continuar a festa generalizada!

Não é por acaso que na Itália, milhares de idosos estão morrendo. E higiene tem muito a ver com isso.

As últimas informações dão conta que não só idosos estão sendo infectados, mas também pessoas jovens e de meia-idade, portanto todo cuidado é necessário.

Quando alguém me perguntar, porque tomo tanto banho, vou responder, você tem um "tempinho"?

Um forte abraço
Franco Morais
www.tenniscience.com.br



Can I Reduce the Chances of Being Infected by Coronavirus?*
  
If You Think Not, Then Don't Read This Article!


Hello tennis player!
  
We are facing a real war against the new coronavirus worldwide.

All information that may reduce the chances of infection must be disseminated to minimize the effects of the disease in question.

 The Surgeon General has advocated numerous actions to combat the transmission of the virus, including washing hands, face, mouth and nose.

 In previous articles, we have already commented on the role of the boundary layer in the tennis ball and its effects.

Okay, how can we use the boundary layer to our advantage in order to prevent the virus from proliferating or even being infected by it.

As already mentioned in previous posts, atmospheric air, like all fluids, has viscosity.

Yes, it sounds crazy, but Daniel Bernoulli at the beginning of the 18th century already knew this by publishing his book in 1738, called Hydrodynamica in Latin, which revolutionized the world of Fluid Dynamics.

In every body immersed in the atmospheric air, there will be the formation of a viscous layer and in the region of contact with said body, we will have a layer called "boundary layer".

This layer will strongly aggregate to the surface and will not move, that is, its speed will be zero, whether the body is moving or static.

 We are now going to comment on the elderly, especially on the European continent whose climate is temperate.

We all know that due to the milder temperatures, or even low in the winter, the number of baths taken by people is much lower than in a country with a tropical climate.

 If we add the elderly population, the rate of baths per week drops dramatically, and even here in Brazil, everyone knows that it is difficult to convince an elderly person to bathe.

 And what has bathing to do with the coronavirus?

All of it!

 The Surgeon General recommends washing your hands, face and nose regularly with soap and water or even alcohol gel.

It happens that the virus penetrates our body through the mouth, nose and eyes and in general it is taken to the places of penetration through physical contact of our members, in this case arms and hands.

The coronavirus, like us, desperately struggles to live, and through Natural Selection, it undergoes genetic mutation to survive.

The virus, whether in the air or on any surface, will try to survive and reproduce. We human beings, we were awarded to keep it surviving, and guess where it will initially settle?

In the "boundary layer", where there is viscosity and speed is zero, that is, even when we are moving, we will not be able to get rid of the animal that will be happily and comfortably installed without being harassed.

 The Author, knowing a little Physics and nothing about medical protocol, as a precaution, take 3 to 4 baths a day with soap, just to remove this "boundary layer" and renew it constantly. Additionally, you also wash your hands, face and nose regularly.

Of course, the ideal would also be to change clothes so that if the virus is in them, it will not infect us again.
  
It must be made clear that the elderly have a weakened immune system and the only way to avoid being infected is prevention.

Throughout the history of mankind, we have managed to fight epidemics through hygiene, which is essential for a good life.

 Imagine the consequences in any country in Europe or other continents where the elderly bathe once or twice a week, or none at all!

The coronavirus gang must be very enthusiastic and already establishing plans and strategies to continue the generalized party!
  
It is no accident that in Italy thousands of elderly people are dying. And hygiene has a lot to do with it.

 The latest information shows that not only are elderly people being infected, but also young and middle-aged people, so care is needed.

 When someone asks me, why do I shower so much, I will answer, can we talk a little bit?

 Best regards
 Franco Morais
 www.tenniscience.com.br

Tênis e o Coronavírus/Tennis and the Coronavirus*

Será Que Posso Jogar Tênis ao Ar Livre em Tempos de Coronavírus?

Se Você Acha Que Sim, Não Perca Tempo Lendo Esse Artigo!

Olá tenista!

Estamos enfrentando uma grave situação no que tange à saúde pública.

Quem lê um pouco de história sabe que a humanidade sofreu algumas epidemias nos últimos séculos.

A Peste Negra ou Peste Bubônica, ocorrida no continente Europeu e disseminada na metade do século XIV, produziu de 75 a 200 milhões de mortes. Foi transmitida aos humanos através de pulgas de ratos-pretos ou outros roedores.

Posteriormente, ocorreu a Gripe Espanhola iniciada no princípio de 1918 e aparentemente encerrada no final de 1920.
Estima-se que 100 milhões de mortes ocorreram ao longo do planeta naquele período, fruto da disseminação do vírus Influenza subtipo H1N1.

No caso do Coronavírus, informações indicam que se iniciou em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China. Acredita-se que teve origem em animais e se espalhou para os seres humanos.
Ainda não se sabe exatamente quais serão as proporções epidemia, ou melhor, pandemia, já que está se alastrando por todos os continentes.

E que o Coronavírus tem a ver com o jogo de tênis?
Tudo e mais alguma coisa!

Em primeiro lugar, foram canceladas todas as programações amadoras e profissionais do esporte para evitar a disseminação do vírus entre tenistas e espectadores.
Sem dúvida alguma, uma decisão correta e de forte efeito na contenção do mal.

E se alguém jogar contra apenas um parceiro e ao ar livre, estará livre de qualquer contágio?
A resposta é não!
Por incrível que pareça tenho visto muitos tenistas ainda jogando, mesmo diante de um severo perigo.

Como já descrevemos em artigos anteriores, o ar atmosférico tem viscosidade, como qualquer fluído.
É difícil de acreditar, mas é o que ocorre fisicamente.
E mais, quando a bola está estática ou em movimento, forma-se uma camada de fluído sobre toda a extensão da bola cuja velocidade é zero, denominada camada limite.

Ora, se o seu parceiro está a cerca de 20 ou 30 m de distância, mesmo infectado com o vírus, as chances de você ser contaminado são muito baixas ou mesmo nulas.

Ocorre que existe um meio transmissor, um vetor, que é a bola.
Temos que segurá-la, colocá-la no bolso, enfim, manipulá-la.
Adivinhe aonde o vírus também vai se instalar?
Na camada limite, ou camada de velocidade zero, portanto ele não se separará da bola, mesmo a um saque a 220 km/h!
E com maior prazer infectará o adversário do outro lado da quadra assim que segurar a bola.

O Autor espera que os leitores do blog não façam parte dos protozoários que ainda insistem em jogar tênis em tempos de coronavírus.

E mais, isso vale para qualquer esporte com bola e que a mesma faça contato com o corpo do jogador.

Se alguém convidar-lhe para bater uma bola hoje ou nos próximos meses, pergunte, você tem um "tempinho"?

Um forte abraço
Franco Morais
www.tenniscience.com.br





Can I Play Tennis Outdoors in Coronavirus Times?*

 If you think so, don't waste time reading this article!

 Hello tennis player!
  
We are facing a serious situation with regard to public health.

Anyone who reads history knows that humanity has suffered some epidemics in recent centuries.
  
The Black Plague or Bubonic Plague, which occurred on the European continent and spread in the middle of the 14th century, produced 75 to 200 million deaths. It was transmitted to humans through black rat fleas or other rodents.

 Subsequently, the Spanish Flu started in early 1918 and apparently ended in late 1920.

It is estimated that 100 million deaths occurred throughout the planet in that period, as a result of the spread of the Influenza virus subtype H1N1.

In the case of Coronavirus, information indicates that it started in December 2019 in the city of Wuhan, China. It is believed to have originated in animals and spread to humans.

It is not yet known exactly what the epidemic proportions will be, or rather the pandemic, as it is spreading across all continents.
  
And what does the Coronavirus have to do with the tennis game?

Simply all of it!

Firstly, all amateur and professional sports programs were canceled to prevent the spread of the virus among tennis players and spectators.

Undoubtedly, a correct decision and a strong effect in containing the illness.
  
And if someone plays against just one partner and outdoors, will he be free of any contagion?

The answer is no!

Incredibly, I have seen many tennis players still playing, even in the face of severe danger.
  
As we have already described in previous articles, atmospheric air has viscosity, like any fluid.

It is hard to believe, but it is what happens physically.

Furthermore, when the ball is static or in motion, a fluid layer is formed over the entire length of the ball whose speed is zero, called the boundary layer.
  
Now, if your partner is about 20 or 30 m away, even if you are infected with the virus, the chances of you being infected are very low or even zero.

It happens that there is a transmitting medium, a vector, which is the ball.

We have to hold it, put it in our pocket, in a short, manipulate it.
Guess where the virus will also be installed?

In the boundary layer, or zero speed layer, therefore it will not separate from the ball, even when serving at 220 km / h!

And with greater pleasure the vírus will infect the opponent on the other side of the court as soon as he holds the ball.
  
The Author hopes that blog readers are not part of the protozoan who still insist on playing tennis in times of coronavirus.

What's more, this goes for any ball sport and that it makes contact with the player's body.
  
If someone invites you to hit a ball today or in the next few months, ask, can we talk a little bit?
  
Best regards
Franco Morais
www.tenniscience.com.br



Sobre o Autor/About the Author*

Suspeita-se que seja Engenheiro Mecânico com extensão universitária em Administração, Finanças e Marketing.

Foi produzido nos Estados Unidos, porém inaugurado no Brasil.

Segundo registros da CIA e do FBI, há vestígios que morou nos Estados Unidos em duas oportunidades se desenvolvendo nas áreas de Termodinâmica e Aerodinâmica.

Não se tem notícia que tenha formado alguma banda de rock, participado de algum curso para astronauta ou tentado descer uma monumental parede em Jaws ou Mavericks.

Algumas evidências sugerem que é tenista, velejador, corredor, nadador, ciclista e praticante de alguns esportes de alta periculosidade. Há indicações não comprovadas que também foi aeromodelista e kartista.

Dizem que não acredita em horóscopo, mas sabe-se que manifesta veladamente a terceiros que é sagitariano.

Comenta-se que é entusiasta de Física, Matemática, Astronomia, Psicologia, Filosofia, História e Geografia.

Há fortes indícios que a Teoria da Relatividade e Mecânica Quântica são áreas de seu grande interesse.

Tudo indica que é admirador de Aristóteles, Galileu, Newton, Bohr, Planck, Einstein, Darwin, Jung, Espinosa e Neruda.

Boatos não confirmados apontam que possui um telescópio na sala de sua casa para investigar os anéis de Saturno e as luas de Júpiter.

Soube-se que em Waikiki quase sofreu linchamento após alugar um veleiro, ultrapassar o limite navegável permitido, aproar para alto mar e desaparecer na linha do horizonte. No retorno, salvo por populares, alegou que estava apenas tentando provar aos terraplanistas que a Terra é um geoide.

Também há suspeitas que vagou por toda a Europa.
Em Korinthos, dizem que foi visto carregando um lampião ao meio-dia procurando um tal de Diógenes.

Supõe-se que também tenha velejado no Báltico num 505 e evitado subir o spinnaker para não causar mais um incidente internacional e ser preso pelos russos.

Alguns relatos sugerem que na Ilha da Páscoa, tentou fazer contato com um suposto planeta denominado Vulcano utilizando um moai como antena.
Não se sabe qual o desfecho do episódio.

Comentários não confirmados indicam que no Tahiti procurou um tal de Thor e sua jangada denominada Kon-Tiki.
Durante sua estada na região, conseguiu a proeza de embarcar em um voo errado passando algumas horas na aeronave, aterrissando em inúmeras ilhas fora de sua rota até os incrédulos comissários descobrirem seu notável feito.
Após o incidente, uma sindicância foi aberta e ficou provado que seria humanamente impossível alguém burlar os rigorosos controles de segurança do aeroporto.

Em Vail, testemunhas oculares confirmaram tê-lo visto descer esquiando uma pista preta e atingido são e salvo o sopé da montanha.
Enquanto isso, familiares o procuravam nas tendas dos primeiros socorros.

No clube a qual pertence é também conhecido nas quadras pelos seus adversários pela alcunha de "Super-homem", "Quebra-ossos" e outros afetuosos termos.
Recusa peremptoriamente tais apelidos alegando que todas as vítimas encaminhadas à enfermaria não se prepararam adequadamente.
Também lamenta profundamente os óbitos ocorridos em quadra.

O Ministério da Saúde adverte: mitos e crenças serão objeto de análise e sumariamente destruídas, podendo produzir substancial desconforto e dissabor aos leitores do blog.

Há possibilidade de ocorrerem desmaios, síncopes, transtornos psicológicos irreversíveis e tentativas de suicídios.

Apesar de todo o histórico controverso e suspeito, o Autor se propõe publicar artigos de uma forma simples e didática que considera relevantes para a comunidade tenística do país.

Alguém já sugeriu que a informação que não é disseminada vale zero.
Sob a ótica da ciência, vamos tentar entender o que realmente se passa num jogo de tênis sem "achismos" e interpretações pessoais.

Inúmeras horas serão dedicadas à pesquisa e desenvolvimento de artigos de ponta para proporcionar aos leitores garantia de um bom conteúdo.

Sempre que possível as matérias serão acompanhadas de referências para os interessados que queiram se aprofundar nos assuntos publicados.

Transformar ciência em linguagem acessível a todos não é tarefa fácil, todavia esse é o meu principal desafio e todos os esforços serão empregados para tal.

Desde já o Autor esclarece que em hipótese alguma aceitará sua indicação para o Prêmio Nobel de Física de 2022.

Um forte abraço
Franco Morais
www.tenniscience.com.br


About the Author*

It is suspected that he is a Mechanical Engineer with a university extension in Administration, Finance and Marketing.
                     
He was produced in the United States, but inaugurated in Brazil.

According to CIA and FBI records, there are traces that lived in the United States on two occasions developing in the areas of Thermodynamics and Aerodynamics.
There is no news that he formed a rock band, participated in an astronaut course or tried to surf a monumental wall in Jaws or Mavericks.

Some evidence suggests that he is a tennis player, sailor, runner, swimmer, cyclist and practitioner of some highly dangerous sports. There are unproven indications that he was also model airplane fan and karting pilot.

They say that he does not believe in horoscopes, but it is known that he secretly reveals to others that he is a Sagittarius.

It is said that he is an enthusiast of Physics, Mathematics, Astronomy, Psychology, Philosophy, History and Geography.
Unconfirmed rumors suggest that he has a telescope in his living room to investigate Saturn's rings and Jupiter's moons.

There are strong indications that the Theory of Relativity and Quantum Mechanics are areas of great interest.
It all indicates that he is an admirer of Aristotle, Galileo, Newton, Bohr, Planck, Einstein, Darwin, Jung, Espinosa and Neruda.

There are also suspicions that wandered across Europe.
In Korinthos, they say he was seen carrying a lantern at noon looking for a Diogenes.

It was learned that in Waikiki almost suffered a lynching after renting a sailboat, exceeding the permitted navigable limit, sailing to the high seas and disappearing on the horizon. On his return, saved for popular ones, he claimed that he was just trying to prove to the flat-earthers that the Earth is a geoid.

It is assumed that he also sailed in the Baltic in a 505 and avoided using the spinnaker so as not to cause another international incident and to be arrested by the Russians.

Some reports suggest  that on Easter Island, he tried to make contact with a supposed planet called Vulcano using a moai as an antenna.
It is not known what the outcome of the episode was.

Unconfirmed comments indicate that in Tahiti he looked for a Thor and his raft called Kon-Tiki.
During his stay in the region, he achieved the feat of embarking on the wrong flight by spending a few hours on the aircraft, landing on countless islands off his route until the incredulous flight attendants discovered his remarkable achievement.
After the incident, an investigation was opened and it was proved that it would be humanly impossible to circumvent the airport's strict security controls.

In Vail, eyewitnesses confirmed that he had seen him ski down a black trail and reached the bottom of the mountain safely. 
Meanwhile, family members sought him out in the first aid tents.

In the club to which he belongs he is also known by his opponents by the nickname "Superman", "Bonebreaker" and other affectionate terms.

He absolutely refuses such nicknames, claiming that all victims referred to the infirmary did not prepare properly.
He also deeply regrets the deaths that occurred on the court.

Despite all controversial and suspicious history, the author proposes to publish articles in a simple and didactic way that he considers relevant to the country's tennis community.

The Surgeon General warns: myths and beliefs will be analyzed and summarily destroyed, which can cause substantial discomfort and unpleasantness to readers of the blog.

There is a possibility of fainting, syncopes, irreversible psychological disorders and suicide attempts.

Someone has already suggested that information that is not disseminated is worth zero.

From the perspective of science, we will try to understand what really goes on in a tennis game without "guessing" and personal interpretations.

Countless hours will be dedicated to the research and development of cutting edge articles to provide readers with a guarantee of good content.

Whenever possible, the articles will be accompanied by references for those interested who want to learn more about the published subjects.

Transforming science into language accessible to everyone is not an easy task, however this is my main challenge and all efforts will be used to do so.

The Author now clarifies that under no circumstances will he accept his nomination for the 2022 Nobel Prize in Physics.

Best regards
Franco Morais
www.tenniscience.com.br



Terminação de Um Golpe no Tênis/Follow Through In a Tennis Stroke*

Será Que a Terminação ou Follow Through de Um Golpe no Tênis Determina a Direção, Profundidade e Velocidade da Bola?

Se Você Acha Que Sim, Não Perca Tempo Lendo Essa Matéria!


Olá tenista!

A terminação ou follow through em um golpe de tênis já foi e é causa de uma infinidade de comentários e vídeos por parte de estudiosos, técnicos e professores da modalidade.

Como já foi comentado na página "Sobre o Autor", mitos e crenças serão objeto de análises e sumariamente destruídas, podendo produzir substancial desconforto e dissabor aos leitores do blog.

Tudo indica que no decorrer desse artigo, os leitores do blog enfrentarão uma mistura de momentos de humor e raiva ao mesmo tempo.

Humor em função das bobagens que nos são apresentadas todos os dias com orientações e soluções mágicas para uma perfeita terminação do golpe.

Raiva pelo simples fato que a terminação nada tem a ver com a direção, profundidade e velocidade da bola.

A razão é simples, a bola não tem capacidade de pensar, não sabe e não é influenciada pelos movimentos posteriores ao seu contato com a bola!
Parece piada, mas somos impelidos a acreditar que após o impacto da raquete com a bola, ainda podemos controlar o seu destino!
E essa crença nos é incentivada há mais de um século e ninguém com suficiente massa encefálica se dispôs a analisar a questão.

Vamos aos fatos.
O Autor já publicou dois artigos que serão  as bases de nossas análises: "Impacto da Bola na Raquete de Tênis" e "Controle da Bola em Contato com a Raquete".
Os citados artigos apresentam dois gráficos produzidos por Simon Goodwill que se referem aos tempos que a bola se mantém em contato com a raquete e o espaço percorrido pela mesma.

Inicialmente, iremos rever o gráfico que trata dos tempos da raquete em contato com a bola.


O gráfico acima demonstra que os tempos mínimos e máximos de contato são 3 e 5 ms respectivamente, com a media de 4 ms.
Para os leitores do blog terem uma ideia, um piscar de olhos se situa na faixa de 100 a 400 ms.
Fonte:http://cbic2017.org/papers/cbic-paper-83.pdf

Em outras palavras, temos apenas entre 3 e 5 ms para transferirmos velocidade, profundidade e direção à bola através da raquete.

O Autor vai agora reapresentar o gráfico que contempla os espaços que a bola percorre enquanto está em contato com a bola.



O gráfico acima, também proposto por Simon Goodwill, indica que os espaços mínimos e máximos que a bola se mantém em contato com a bola são de 15 a 55 mm, com média de 35 mm.

Ora, se a média de contato da bola com a raquete é de 35 mm ou 3,5 cm, porque é que um tenista deveria continuar a terminação ou follow through, mesmo após o contato?

O conceito fundamental e que todos os leitores do blog compreendam, é que para a bola, nada interessa depois do contato dela com a raquete.
Se o tenista der três pulinhos, bater palmas ou fizer qualquer gesto, depois que a bola perdeu o contato com a raquete, nada impedirá dela seguir seu curso!

O importante é que naqueles 35 mm ou 3,5 cm, a bola seja dirigida com a velocidade, profundidade e direção desejadas para o local estabelecido previamente.
O que o tenista fará após o contato é irrelevante.
Se o braço vai ficar acima ou abaixo da cabeça, se a raquete vai ficar sobre o ombro ou atrás dele, isso nada mudará o curso da bola, pois ela já estará muito longe do impacto. Frear a raquete após o contato da bola, também não mudará o rumo da mesma.

No artigo "Controle da Bola em Contato Com a Raquete", demonstramos que quando o tenista "sente" a bola na raquete, ela já está cerca 1,36 m à frente, logo a terminação ou follow through tem outro objetivo, que é desacelerar o braço adequadamente para não lesá-lo.

Se um tenista, após contatar a bola, frear o ombro e o braço violentamente, a lesão será iminente.
O tênis, como esporte e devido suas peculiaridades, por si só já provoca inúmeros danos à musculatura esquelética.
Se adicionarmos mais esforços solicitantes às articulações, o desastre se tornará irreversível.

A grosso modo e um bom exemplo seria o de corrermos uns poucos metros e pararmos o mais rapidamente possível, ou seja frearmos.
Realizando esse procedimento centenas ou milhares de vezes, nossas articulações de coluna, quadril, joelho e tornozelo, não resistirão e as lesões ocorrerão a curtíssimo prazo.

Já observaram o final de uma corrida de 100 m rasos?
Notaram quantos metros os atletas percorrem após a linha chegada até pararem?
Para eles, é uma terminação ou follow through, justamente com o objetivo de evitar lesões em seus membros.

Quando alguém lhe disser que tem que "seguir" a bola para definir velocidade, profundidade e direção, pergunte, você tem um "tempinho"?

Um forte abraço
Franco Morais
www.tenniscience.com.br



Does the Termination or Follow Through of a Tennis Strike Determines the Direction, Depth and Speed ​​of the Ball?*

If You Think So, Don't Waste Time Reading This Article!

Hello tennis player!

The follow through on a tennis stroke has been and is the cause of a multitude of comments and videos by coaches and trainers of the sport.

As already mentioned on the "About the Author" page, myths and beliefs will be the object of analysis and summarily destroyed, which can produce substantial discomfort and unpleasantness for readers of the blog.

It all indicates that in the course of this article, blog readers will face a mixture of moments of humor and anger at the same time.

Humor due to the nonsense that is presented to us every day with directions and magical solutions for a perfect follow through.

Anger for the simple fact that the follow through has nothing to do with the direction, depth and speed of the ball.

The reason is simple, the ball has no ability to think, it does not know and is not influenced by the movements after its contact with the ball!
It sounds like a joke, but we are impelled to believe that after the impact of the racket with the ball, we can still control its destiny!
And this belief has been encouraged for more than a century and no one with sufficient brain matter was willing to analyze the issue.

Let's get to the facts.
The Author has already published two articles that will be the basis of our analysis: "Impact of the Ball on the Tennis Racket" and "Control of the Ball in Contact with the Racket". The aforementioned articles present two graphics produced by Simon Goodwill that refer to the times the ball is in contact with the racket and the space covered by it.
Initially, we will review the graph that deals with the times of the racket in contact with the ball.



The graph above shows that the minimum and maximum contact times are whitin 3 and 5 ms respectively, with an average of 4 ms. For the readers of the blog to have an idea, a blink of an eye is in the range of 100 to 400 ms.


In other words, we only have between 3 and 5 ms to transfer speed, depth and direction to the ball through the racket.

 The Author will now redisplay the graph that contemplates the space that the ball travels while in contact with the ball.




The graphic above, also proposed by Simon Goodwill, indicates that the minimum and maximum space that the ball keeps in contact with the ball are from 15 to 55 mm, with an average of 35 mm.

Now, if the average contact of the ball with the racket is 35 mm or 3.5 cm, why should a tennis player continue to follow through, even after contact?
  
The fundamental concept, which all readers of the blog should understand is that for the ball, nothing matters after its contact with the racket.

If the tennis player makes three leaps, claps or makes any gesture, after the ball has lost contact with the racket, nothing will stop it from running its course!

The important thing is that in those 35 mm or 3.5 cm, the ball is directed with the desired speed, depth and direction to the previously established location.
What the tennis player will do after contact is irrelevant.

If the arm is going to be above or below the head, if the racket is going to be over the shoulder or behind it, this will not change the course of the ball, as it will be far from impact. Slow down the racket after contacting the ball will also not change its direction.

In the article "Control of the Ball in Contact with the Racket", we demonstrate that when the tennis player "feels" the ball on the racket, it is already about 1.36 m ahead, so the follow through has another objective, which is to slow down the arm properly so as not to harm it.

If a tennis player, after contacting the ball, violently slow down his shoulder and arm, the injury will be imminent.

Tennis, as a sport and due to its peculiarities, alone already causes innumerable damages to the skeletal musculature.
If we add more soliciting efforts to the joints, the disaster will become irreversible.

Roughly speaking and a good example would be to run a few meters and stop as quickly as possible, that is to say to brake.

Performing this procedure hundreds or thousands of times, our spine, hip, knee and ankle joints will not resist and the injuries will occur in the very short term.

Have you ever seen the end of a 100 m dash?

Did you notice how many meters the athletes travel after the finish line until they stop?
For them, slowing down and not stop quickly is the aim of avoiding injuries to their limbs.

When someone tells you that you have to "follow" the ball to define speed, depth and direction, ask, can we talk a little bit?

Best regards
Franco Morais
www.tenniscience.com.br